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Das grandes narrativas filosóficas às micro-análises historiográficas

André Luis de Oliveira Mendonça

Revista Brasileira de História da Ciência · 2013

doi:10.53727/rbhc.v6i2.254 (opens in a new tab)

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Abstract

Nesse artigo, desenvolvo o argumento de que Joseph Rouse incorreu em inconsistências na sua tentativa de deslegitimar o projeto de legitimação da ciência, na medida em que suas ideias o tornam, em certo sentido, um “legitimador” de práticas científicas particulares. Outrossim, Rouse não levou a bom termo sua proposta em prol de uma filosofia da ciência normativamente orientada. Não obstante essas falhas, suas ideias podem servir de inspiração para aqueles que buscam romper com persistentes divisões, como, por exemplo, filosofia anglo-saxã x filosofia continental (ou science studies x hermenêutica), ciências naturais x ciências humanas e ciência x sociedade. Nesse sentido, a nova história da ciência, com seu objetivo precípuo de superação de velhas dicotomias, poderia fortalecer-se ainda mais adotando em seu background intelectual, já rico e plural, referenciais teóricos como os propostos por Rouse.

Abstract licence: CC BY-NC-ND

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