O MÉTODO DE REDUÇÃO AO ABSURDO NO LIVRO I DO ELEMENTOS DE EUCLIDES
João Paulo Carneiro Barbosa, Mateus de Souza Galvão, Leilane Araujo dos Santos
Boletim Cearense de Educação e História da Matemática · 2018
doi:10.30938/bocehm.v3i7.61 (opens in a new tab)
We email you when a new notice or a question about this paper appears.
Abstract
Historicamente o método de redução ao absurdo, também conhecido como mecanismo indireto de demonstração ou negação, aparece na matemática como uma das ferramentas de grande poder para o desenvolvimento e fortalecimento desta ciência. Mesmo sem ter sua origem bem definida e em meio às críticas, de escritores da antiguidade até a atualidade, a técnica de redução ao absurdo foi e ainda permanece sendo aplicada no trabalho de diversos matemáticos e, principalmente na obra de inestimável valor para a matemática de todos os tempos, o Elementos de Euclides. Esta valorosa obra, composta por treze volumes, destinada principalmente ao estudo de geometria elementar, exerceu e continua a exercer vasta influência no conhecimento científico e apresenta pela primeira vez o método revolucionário na história da matemática, que é o método dedutivo e axiomático, responsável por caracterizar a matemática até mesmo nos dias de hoje. E é sobre esta obra que nos inclinaremos à procura das proposições do livro I nas quais Euclides aplica o método indireto de demonstração, com o intuito de descrever algumas delas, em linguagem atual, e identificar as demais. Caracterizando assim o objetivo deste trabalho, que servirá de base posteriormente para o desenvolvimento de outro, que é o de catalogar as proposições nas quais Euclides emprega em sua obra o raciocínio indireto de demonstração, isto é, identificar relações entre as proposições que são marcadas por este método. Para alcançar os objetivos aqui mencionados, utilizou-se a pesquisa de caráter bibliográfico, em que foram consultados livros e artigos publicados que abordem o assunto em questão.
Abstract licence: CC BY-NC-ND
Reads
Read by people on this page
None yet.
Checked or read by AI through naulon
None yet.
A person counts once a day per paper. We keep no cookie and no address: a reader is a hash that changes every day. Any month under five reads shows no number.
Are you an author?
Is this your paper?
Claim it to add your note and be paid when agents cite it. Free.