Reflexões sobre arte e ciência
Tania Fraga
DATJournal · 2018
doi:10.29147/dat.v3i1.76 (opens in a new tab)
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Abstract
Este artigo reflete sobre a ação do fazer arte como a ação que é, e deveria ser, sempre, um ato de abrir as portas da percepção, de mostrar novos engendramentos poéticos e estéticos, de desvelar o sensível, de lutar contra estereótipos, de ampliar aspectos sensoriais e de intensificar a cognição do instante vivido. Dessa forma, ao emergir no nível da consciência esses aspectos podem engendrar transformações. Tais transformações serão efetivas se forem embasadas nas técnicas que propiciam seu fazer. Nesse contexto é importante refletir sobre o resultado dessa produção e pensar como apresentá-la ao público, no espaço e no tempo. É um fazer no qual a arte computacional, a arquitetura, o desenho, e a escultura, são considerados como diferentes aspectos da realidade poética neles embricados. Ele objetiva tornar visível o potencial latente no corpo, nos materiais, nos números e suas relações, nas interfaces entrelaçadas entre o corpo e a máquina, entre muitos outros aspectos correlatos enfocados no artigo.
Abstract licence: CC BY
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