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Formas de administração da loucura na Primeira República: o caso do estado do Espírito Santo Ways of managing madness during the First Republic: the case of the state of Espírito Santo

Alexander Jabert

História, Ciências, Saúde: Manguinhos · 2005

doi:10.1590/s0104-59702005000300004 (opens in a new tab)

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Abstract

A proposta deste estudo está inserida na problemática da constituição das instituições de administração da loucura e do louco na fase Primeira República. Pretende-se analisar as formas com que o poder público desenvolveu políticas de atenção ao louco, observando particularmente o caso de uma unidade da Federação - o estado do Espírito Santo -, notando se as características da experiência capixaba podem validar as hipóteses sobre o tema defendidas na esfera nacional. O estudo tem como objetivo mostrar a complexidade da articulação entre loucura, sociedade, medicina e Estado. A preocupação recai, especialmente, sobre a discussão do processo que transformou a medicina em saber e prática hegemônica de justificação e validação da tutela do louco pelo poder público.<br>The article explores the creation of institutions for managing madness and the 'mad' under the First Republic. By focusing specifically on the state of Espírito Santo, it analyzes how the government designed policies for dealing with the mad and asks whether this particular state's experience can validate hypotheses defended for the nation as a whole. The study also aims to demonstrate the complex relations between madness, society, medicine, and the State. A main discussion point is the process by which medicine was transformed into hegemonic knowledge and practice used to justify and validate government guardianship of the mad.

Abstract licence: CC BY

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