Betabloqueadores e operações não cardíacas: o que muda após o estudo POISE? Betabloqueadores y operaciones no cardíacas: ¿qué cambia después del estudio POISE? Beta-blockers and non-cardiac operations what will change after the POISE study?
Danielle Menosi Gualandro, Daniela Calderaro, Pai Ching Yu and 2 more
Arquivos Brasileiros de Cardiologia · 2009
doi:10.1590/s0066-782x2009001100024 (opens in a new tab)
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Abstract
Palavras-chaveCuidados perioperatórios, betabloqueadores, operações não cardíacas, complicações cardíacas, infarto agudo do miocárdio Somente no ano de 2007 foram realizadas pouco mais de 3 milhões de internações cirúrgicas no Brasil.Com o aumento da sobrevida da população, pacientes mais idosos, com mais comorbidades e, portanto, de maior risco, estão sendo operados 1 .A ocorrência de um infarto agudo do miocárdio (IAM) no pós-operatório tem alta mortalidade, prolonga o tempo de internação hospitalar e aumenta seu custo 2 .Portanto, existe a necessidade de implementar estratégias para reduzir a taxa de complicações cardíacas pós-operatórias.
Abstract licence: CC BY
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